08/04/2026 - Dia de Luta Contra o Câncer: oncologistas do Iamspe reforçam a importância da rede de apoio para combate à doença
| Agência de Notícias do Governo do Estado de São Paulo
Paciente oncológico destaca agilidade do convênio Iamspe e compromisso dos profissionais de saúde da Santa Casa de São José do Rio Preto como pontos que fizeram a diferença em seu tratamento contra o câncer

Tratar um quadro de neoplasia pode ser um dos momentos mais delicados da vida de uma pessoa
O tratamento contra o câncer tem desafios físicos, emocionais e sociais. Os oncologistas que atendem no Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) de São Paulo reforçam a importância da rede de apoio para manter os pacientes motivados durante o combate à doença. Os tratamentos contra as neoplasias podem gerar efeitos colaterais que impactam o bem-estar, a disposição e a autonomia das pessoas na luta contra o problema.
Neste Dia Mundial de Luta Contra o Câncer, 8 de abril, o oncologista Dr. Marcos Antônio Cavalari explica que tratar um quadro de neoplasia pode ser um dos momentos mais delicados da vida de uma pessoa. “Por isso, informações sobre os possíveis efeitos colaterais e como combatê-los são fundamentais, assim como a assistência da rede de apoio e a proximidade com a equipe médica”, comenta o médico na rede Iamspe que atende na Santa Casa de Misericórdia de São José do Rio Preto.
Aparecida Santos, 67 anos, descobriu um câncer colorretal após sentir fortes dores na região da pelve. Após a cirurgia de retirada do tumor, em agosto de 2024, o exame de identificação de células cancerígenas, o PET Scan, sinalizou nódulos no fígado. Por isso, precisou fazer um ciclo de 12 sessões de quimioterapia.
“É um momento de muito medo, e contar com acolhimento nessa fase é essencial para não se abater. Além disso, a agilidade com a qual comecei o tratamento oncológico pelo Iamspe e o compromisso da equipe de saúde da Santa Casa de São José do Rio Preto fizeram toda a diferença no meu tratamento”, relata a moradora de Santa Albertina.
Mesmo aposentada, Aparecida decidiu permanecer como coordenadora em uma escola municipal. Ela afirma que o trabalho a ajudava a manter os pensamentos distantes das inseguranças da doença. “Eu fazia o esforço que fosse para realizar as minhas atividades. Percebo que lutar contra essa enfermidade transformou a minha visão de mundo e, hoje, dou valor a situações cotidianas, como trabalhar ou conversar com um amigo no corredor”, conclui.
