SUCEN - Superintendência de Controle de Endemias

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Indicadores Entomológicos

Mapa - Indicadores Entomológicos
Mapa - Indicadores Entomológicos

Neste espaço são apresentados informações sobre os municípios do estado de São Paulo com presença do vetor da Leishmaniose Visceral Americana e alguns indicadores entomológicos do Programa de Controle de Dengue do Estado de São Paulo.

 

 

IMÓVEIS ESPECIAIS

São imóveis não residenciais de médio e grande porte que apresentam maior importância na disseminação do vírus da dengue, em situações de transmissão da doença, em função do grande fluxo e/ou permanência de pessoas e, além disso, cuja complexidade das edificações favorece a proliferação do vetor.

Correspondem a imóveis como serviços de saúde, estabelecimentos de ensino, quartéis, penitenciárias, hotéis, templos religiosos, casas comerciais e indústrias, selecionados mediante avaliação cadastral.

As ações de vigilância e controle vetorial que neles precisam ser implementadas são, geralmente, mais trabalhosas e complexas que em outros imóveis. Dessa forma, para melhor monitoramento dos Imóveis Especiais, estes devem ser cadastrados para trabalho em atividade específica.

A positividade destes imóveis é calculada da seguinte forma: número de imóveis positivos para larvas de Aedes aegypti sobre o número de imóveis trabalhados.

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PONTOS ESTRATÉGICOS:

São imóveis com maior importância na geração e dispersão ativa e passiva de Aedes aegypti. Os Pontos Estratégicos devem ser cadastrados para trabalho com atividade específica e podem ser divididos em dois grupos:

Grupo 1 ¿ Imóveis que apresentam grande quantidade de recipientes em condições favoráveis à proliferação de larvas de Aedes aegypti (depósitos de pneus usados e de ferro velho, oficinas de desmanche de veículos, borracharias, oficinas de funilaria, cemitérios), e que portanto, em função da proliferação do vetor e de sua dispersão ativa na área adjacente, podem contribuir de forma importante nos níveis de infestação dessa área. Podem, também, se destacar na dispersão passiva do vetor, principalmente na fase de ovo, por meio do transporte de recipientes de um município para outro, em atividades comerciais.

Grupo 2 - Imóveis que geralmente apresentam pequena quantidade de recipientes, mas que, em função da atividade ligada a transporte de mercadorias e passageiros, são importantes na dispersão passiva do vetor, principalmente na fase adulta (transportadoras, estações rodoviárias e ferroviárias, portos, aeroportos).

A positividade destes imóveis é calculada da seguinte forma: número de imóveis positivos para larvas de Aedes aegypti sobre o número de imóveis trabalhados.

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AVALIAÇÃO DE DENSIDADE LARVÁRIA - INDICE DE BRETEAU

Consiste na avaliação dos níveis de infestação de uma determinada área geográfica, num dado momento. Para atender as principais necessidades de informação sobre os níveis de infestação das populações de Aedes aegypti no Estado, vários tipos de avaliação deverão ser executados, considerando a execução pelos municípios e pela SUCEN.

Aqui é apresentado a avaliação realizada pela SUCEN, numa amostra de imóveis de cada região de DRS.

Maiores detalhes podem ser visto no Manual de Vigilância Entomológica de Aedes aegypti, disponível em DOWNLOADS.

O índice de Breteau é calculado da seguinte forma: número de recipientes positivos para larvas de Aedes aegypti sobre o número de imóveis trabalhados. Dos valores dos indices para cada região do estado é calculada a média aritmética apresentada no gráfico abaixo.

 

 

IB

Veja abaixo a evolução da Infestação por Aedes aegypti no Estado de São Paulo. Para maiores informações, ou detalhes, entre em contato através do email:

sucen-dcv@sucen.sp.gov.br

 Evolução da infestação no Estado

 

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