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Pesquisador do Instituto de Saúde tem matéria publicada sobre políticas públicas voltada à população negra

 

Em matéria publicada no Jornal O Globo, o pesquisador da casa fala sobre o insucesso da política pública implementada

 

21 de janeiro de 2019

 

O pesquisador do Instituto de Saúde, Luis Eduardo Batista, teve participação na matéria publicada no dia 17 de janeiro pelo repórter Rafael Ciscati, do Jornal “O Globo”, sobre as políticas públicas voltadas para a população negra que acabaram sendo pouco implementadas.

 

A Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), criada em 2006, não foi, até hoje, algo efetivo para a população negra, tendo em vista que apenas 57 municípios dos mais de 5 mil existentes no Brasil colocaram em prática.

 

Os pesquisadores, entre eles Luis Eduardo Batista, chegaram a essa conclusão após fazerem entrevistas com vários gestores, pessoa ligadas à área e movimentos sociais em todo o Brasil.

 

Batista explicou à reportagem que não esperava que o número fosse tão pequeno. “Nós já prevíamos um número baixo, mas o dado a que chegamos surpreendeu negativamente”. Segundo a matéria publicada pelo jornal, o Estado de São Paulo é o que mais aderiu ao programa, com 27 municípios, seguido por Minas Gerais e Paraná, com 4 municípios cada.

 

Batista, que possui Pós-Doutorado em Ciências da Saúde pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, é um dos pesquisadores do Grupo de Pesquisa da Saúde para População Negra e Indígena do Instituto de Saúde.

 

Núcleo de Comunicação Técnico-Científica

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