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Abrasco encaminha 10 propostas sobre saúde para futuros governantes

05 de outubro de 2018

 

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) divulgou nessa semana um documento com 10 principais propostas enviadas para os futuros governantes e parlamentares brasileiros, baseadas nos maiores problemas enfrentados na área da saúde.

 

Neste ano de 2018 em que o Sistema Único de Saúde completa 30 anos, é fundamental levar em consideração as prioridades para garantir a qualidade de vida da população. A Abrasco tem como objetivo a defesa do fortalecimento do SUS e do direito à Saúde. Uma pesquisa realizada pelo Datafolha apontou que 23% dos eleitores de todas as regiões do Brasil consideram que a saúde seja o principal problema do país.

 

A seguir estão as propostas encaminhadas ao Palácio do Planalto:

 

1. Acabar com o teto de gastos em educação e saúde;

2. Ampliar o investimento no Sistema Único de Saúde com prioridade para as regiões com vazios assistenciais;

3. Qualificar e ampliar a cobertura da Estratégia de Saúde da Família (a Atenção Primária) e garantir o acesso a serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, às urgências e à atenção hospitalar de qualidade;

4. Fortalecer a assistência farmacêutica do SUS, aí incluído o programa Aqui tem Farmácia Popular;

5. Fortalecer as regiões de saúde com responsabilidade pela gestão, regulação e coordenação das redes de atenção;

6. Construir uma política de pessoal integrada entre União, estados e municípios que contemple formação, plano de carreiras e definição de responsabilidades sanitárias;

7. Articular as políticas de saúde e ciência, tecnologia e inovação no sentido de assegurar a sustentabilidade do SUS e incentivar o desenvolvimento social;

8. Assegurar saneamento básico universal, com abastecimento de água, tratamento de esgoto e coleta de lixo para todos;

9. Reformular o modelo de gestão do SUS, com ênfase na qualidade e equidade da atenção, com mecanismos efetivos de avaliação e controle social;

10. Acabar com os subsídios ao setor privado de saúde e tornar a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS independente das operadoras de planos.

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