Coordenadoria de Controle de Doenças

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Informes da Vigilância em Saúde

 

Refugiados e Imigrantes no estado de São Paulo:

questões de vigilância em saúde

 

 

O Brasil historicamente recebe imigrantes e refugiados provenientes de vários países, muitos em conflitos e guerras. Desde 2010 esse fluxo tem se intensificado e o estado de São Paulo é a unidade da federação que mais acolhe. Em 2017 o país reconheceu 10.145 refugiados de diversas nacionalidades, sendo que, entre os que permanecem com registro ativo, 52% estão em São Paulo (Fonte: Refúgio em Números, Comitê Nacional para Refugiados, Ministério da Justiça). Dados da Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania apontam que a cidade de São Paulo concentra o maior número de solicitantes, seguida de Campinas e Guarulhos, e que o principal grupo é de oriundos da Nigéria (1.075), seguido por congoleses da República Democrática do Congo (280), libaneses (245) e Ganeses (185) (Fonte: Departamento de Migrações da Secretaria Nacional de Justiça e Cidadania).

A cidade de São Paulo concentra o maior número de solicitantes, seguida de Campinas e Guarulhos (Fonte: Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania).

Além de refugiados, imigrantes chegam de várias partes do mundo e adentram o território paulista fixando-se em diversos municípios. No momento, idenfica-se um grande fluxo de imigração da Síria.

Importante conhecer as definições de refugiado e imigrante:

  • REFUGIADOS - São especificamente definidos e protegidos no direito internacional. São pessoas que estão fora de seus países de origem por fundados temores de perseguição, conflito, violência ou outras circunstâncias que perturbam seriamente a ordem pública e que necessitam de “proteção internacional”. As situações enfrentadas são frequentemente tão perigosas e intoleráveis que estas pessoas decidem cruzar as fronteiras nacionais para buscar segurança em outros países, sendo internacionalmente reconhecidos como “refugiados” e passando a ter acesso à assistência dos países, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e de outras organizações relevantes. Eles são assim reconhecidos por ser extremamente perigoso retornar a seus países de origem e, portanto, precisam de refúgio em outro lugar. Essas são pessoas às quais a recusa de refúgio pode ter consequências potencialmente fatais.
  • IMIGRANTES - Os fatores que levam indivíduos a imigrar podem ser complexos. Muitas vezes as causas são multifacetadas. Imigrantes podem deslocar-se para melhorarem suas condições de vida por meio de acesso ao trabalho ou, em alguns casos, por educação, reuniões familiares, ou outras razões. Eles também podem imigrar para aliviar dificuldades significativas ocasionadas por desastres naturais, pela fome ou pela extrema pobreza. Pessoas que deixam seus países por esses motivos normalmente não são consideradas refugiadas, de acordo com o direito internacional. (fonte: Acnur/Brasil)

Para a vigilância em saúde, a entrada e circulação de pessoas provenientes de outros países geram sempre a preocupação pelo risco da introdução de doenças, algumas já controladas ou erradicadas em território nacional, como poliomielite e o sarampo. Dessa forma, é importante que os Grupos de Vigilância Epidemiológica e Sanitária (GVE e GVS), bem como as vigilâncias municipais, estejam atentos a esse movimento e, caso identifiquem fluxos migratórios ou recebimento de refugiados, busquem informações epidemiológicas dos países de origem para as ações protetoras, tanto para a população de estrangeiros, quanto para a população local.

Para apoiar esse trabalho, disponibilizamos material de comunicação sobre temas de saúde relevantes para os imigrantes e refugiados, entre eles: imunização, tuberculose, gestante. Esse material foi produzido pela Coordenaria de Vigilância em Saúde (Covisa-SP), nos idiomas português, inglês, francês, espanhol, chinês, árabe e crioulo, e foi autorizada a utilização.

 

 

O SUS para todos

 

Português

 

Espanhol

 

Crioulo

 

Árabe

 

Chinês

 

Inglês

 

Francês

 

 

 

Informações sobre a tuberculose:

 

Português

 

Espanhol

 

Crioulo

 

Árabe

 

Chinês

 

Inglês

 

Francês

 

 

Insformações sobre imunização:

 

Português

 

Espanhol

 

Crioulo

 

Árabe

 

Chinês

 

Inglês

 

Francês

 

 

Informações sobre Influenza

 

Português

 

Espanhol

 

Árabe

 

Crioulo

 

Chinês

 

Inglês

 

Francês

 

 

Informações para gestantes

 

Português

 

Espanhol

 

Árabe

 

Crioulo

 

Chinês

 

Inglês

 

Francês

 

 

Rede de Apoio

 

 

 

Recepção: termos mais usados em sete línguas

 

Farmácia

 

 

 

 


 

 

ALERTA  SARAMPO

 

O Centro de Vigilância Epidemiológica divulga o Alerta Sarampo com fluxos de Manejo de Casos e Investigação, voltado para os médicos e profissionais da vigilância epidemiológica.

O Brasil está Nível 3 (alerta máximo) de risco de reintrodução do sarampo em território nacional.

 

Alerta sarampo e fluxos

 

Informações complementares em www.cve.saude.sp.gov.br 

 

 


 

 

FEBRE AMERELA

 

Secretaria organiza fluxo de assistência para os casos de febre amarela no Vale do Paraíba e Baixada Santista

Após reunião entre as Coordenadorias de Controle de Doenças e Regiões de Saúde (CCD e CRS), o Departamento Regional de Saúde de Registro DRS, médicos do Hospital das Clínicas e Instituto Emílio Ribas, ficaram definidos fluxos de atendimento  para os casos suspeitos de febre amarela no Vale do Ribeira, Vale do Paraíba e Baixada Santista, e para as demais regiões do estado. Esses documentos  organizam os casos, segundo sintomas de gravidade e exames laboratoriais, estabelecendo fluxo de encaminhamento assistencial.

Foram realizadas videoconferências para os médicos da região informando sobre os fluxos e esclarecendo as principais dúvidas sobre aspectos clínicos da doença.

 

Vale do Ribeira

 

Apresentação Aspectos clínicos da febre amarela - DRA. HO YEH LI Coordenadora da Unidade de Terapia Intensiva da Divisão de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP

 

Videoconferência  Aspectos Clínicos da Febre Amarela,  público-alvo: médicos do Vale do Ribeira

 

 

Aula Dra. Ho Yeh Li - Aspectos clínicos e fluxo de atendimento

 

 

Fluxograma: Protocolo de Atendimento para Febra Amarela na Região do Vale do Ribeira

 

 

Vale do Paraíba e Baixada Santista

 

 

Apresentação Aspectos clínicos da febre amarela - DRA. HO YEH LI Coordenadora da Unidade de Terapia Intensiva da Divisão de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP

 

 

Videoconferência  Aspectos Clínicos da Febre Amarela,  público-alvo: médicos do Vale do Paraíba e Baixada Santista

 

 

Aula Dra. Ho Yeh Li - Aspectos clínicos e protocolo clínica

 

 

Fluxograma: Protocolo de Atendimento para Febra Amarela no Vale do Paraíba e Baixada Santista

 

 

Demais regiões do estado de São Paulo

 

Videoconferência  Aspectos Clínicos da Febre Amarela

 

Fluxograma: Protocolo de atendimento para a febre amarela no ESP

 

Aula Dra. Ho Yeh Li - Aspectos clínicos e protocolo clínica

 

Aula Dr. Ralcyon Teixeira - Fluxo de atendimento para casos suspeitos de febre amarela

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