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NOTAS TÉCNICAS

Espaço para publicação de notas técnicas durante o período eleitoral

 

A Coordenação Estadual DST/Aids-SP convida para o evento "Ecos da Conferência AIDS 2018", a ser realizado no próximo dia 31 de agosto de 2018, das 15 às 19 horas, no Anfiteatro do Departamento de Medicina Preventiva - Faculdade de Medicina - USP (Av. Dr. Arnaldo,455, sala 2370). Durante o encontro, técnicos do CRT DST/Aids, Nepaids/USP, Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e Grupo de Incentivo a Vida irão compartilhar trabalhos apresentados na Conferência Mundial de Aids realizada em Amsterdam, em julho passado.

Veja programação desta atividade abaixo:

 

ECOS DA CONFERÊNCIA AIDS 2018

 

PROGRAMAÇÃO

 

15h00- PrEP, PEP e estigma: LGBT, juventude, pessoas usuárias de drogas e trabalhadores sexuais;

 

Dulce Ferraz (NEPAIDS/USP)

 

Vera Paiva (NEPAIDS/USP)

 

Maria Amélia Veras (NUDHES/FCMSCSP)

 

Carué Contreira (CRT-DST/Aids)

 

Jorge Beloqui (GIV)

 

17h30- Medicamentos, Indetectável e criminalização da transmissão

 

Luiz Felipe Garcia (Loka de Efavirenz)

 

Arthur Kalichman (CRT-DST-Aids)

 

Denize Lotufo (CRT-DST-Aids)

 

 

31 DE AGOSTO 2018

15h às 19h

Anfiteatro da Medicina Preventiva/ FMUSP

Av. Dr. Arnaldo, 455

Link: https://www.facebook.com/Ecos-da-Confer%C3%AAncia-AIDS-2018-234577930589867/?modal=admin_todo_tour

 

 

Gostaríamos de convidar todos os serviços de atendimento de Aids Pediátrica a participarem da 9° Reunião Clínica de Aids Pediátrica do Programa Estadual de DST/Aids - São Paulo que será realizada no dia 08/08/2018, quarta-feira das 10 às 12:00 horas no Auditório da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, situado na Av Dr Arnaldo, 351 - Térreo - Auditório Luiz Mussolino.

 

O tema desse encontro será "Alterações psiquiátricas no adolescente infectado pelo HIV". As palestras e palestrantes desse dia serão:

 

Rastreamento e manejo do adolescente suicida

 

Benito Lourenço - Médico pediatra e hebiatra, Chefe da Unidade de Adolescentes do Instituto da Criança - ICr - HCFMUSP e Médico Assistente da Clínica de Adolescência da Santa Casa de São Paulo (Departamento de Pediatria da FCMSCSP).   

 

Aspectos clínicos do adolescente portador de comorbidades psiquiátricas e HIV/Aids

 

Luciana Siqueira - Médica psiquiatra, Médica da Divisão Médica / Instituto de Psiquiatria - IPq - HCFMUSP, Hospital-Dia de Hepatites do CRT DST/Aids, Hospital Albert Einstein

 

O convite é extensivo a toda equipe da Infectologia Pediátrica e Adulto de seu serviço. 

Solicitamos aos interessados em participar que encaminhem email para grupopediatria@crt.saude.sp.gov.br para que seja realizada a inscrição. Não é necessário realizar cópia desse email de inscrição para o mailing da reuniaoped.

 

Nesta Reunião, faremos um encontro prévio, na mesma data, dia 08/08/2018, das 08:30 – 09:30hs, com participação livre aos inscritos, com discussão de caso clínico, apresentado pela Dra Patrícia Rodrigues Naufal Spir, Médica pediatra e infectopediatra, Mestre em Ciências da Saúde pela FMUSP, Médica do Hospital Estadual de Presidente Prudente, responsável pelo Ambulatório de Infectologia Pediátrica, Médica do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (FAMEPP).

 


Indetectável = Intransmissível.

A pessoa vivendo com HIV/aids com carga viral indetectável há pelo menos seis meses e boa adesão ao tratamento tem um risco insignificante de transmitir o vírus pela via sexual

Os profissionais de saúde e de comunicação em saúde devem fornecer orientação atualizada e acurada às pessoas vivendo com HIV/aids e seus(suas) parceiros(as) sobre o risco de transmissão neste cenário.

 

NOTA INFORMATIVA Nº 02/2017/CRT-PE-DST/AIDS/SES-SP

 

Assunto: Indetectável igual a Intransmissível

 

A pessoa vivendo com HIV/aids com carga viral indetectável há pelo menos seis meses e boa adesão ao tratamento tem um risco insignificante de transmitir o vírus pela via sexual.

 

Esta afirmação se baseia em recentes estudos com resultados sólidos e conclusivos – HPTN 052 1 e Partner2, de 2016, e Opposites Attract 3 , de 2017 –, os quais têm levado à atualização da mensagem sobre transmissibilidade por parte de autoridades como o Centro de Controle de Doenças (CDC) 4 dos Estados Unidos e a Sociedade Internacional de Aids (IAS) 5 , da Suíça.

 

Infecções sexualmente transmissíveis (IST) e possíveis pequenos aumentos transitórios na carga viral (conhecidos clinicamente como “blips”) não influenciam a transmissibilidade nestes casos, de acordo com os estudos.

 

Os profissionais de saúde e de comunicação em saúde devem fornecer orientação atualizada e acurada às pessoas vivendo com HIV/aids e seus(suas) parceiros(as) sobre o risco de transmissão neste cenário.

 

Uma correta percepção do nível de transmissibilidade tem potenciais efeitos positivos sobre a sorofobia (estigma) e sorofobia internalizada (autoestigma), direitos sexuais e reprodutivos, testagem, vinculação aos serviços de saúde e adesão ao tratamento.

 

As pessoas vivendo com HIV/aids e seus(suas) parceiros(as) devem receber também aconselhamento sobre fatores que influenciam a opção entre o uso deste método de prevenção ao HIV isoladamente ou a sua associação a outros métodos de gerenciamento de risco e de prevenção, como preservativo e uso de profilaxia pós-exposição (PEP) ou profilaxia pré-exposição (PrEP) pelo parceiro HIV-negativo.

 

Esses fatores incluem acordos de confiança do casal, adesão ao antirretroviral e decisões sobre o gerenciamento de risco para IST e gravidez.

 

Em qualquer situação, deve ser respeitada a autonomia da pessoa vivendo com HIV/aids e de seu(sua) parceiro(a) e deve ser garantido o acesso a diagnóstico e tratamento de IST, outros métodos de prevenção ao HIV, métodos anticoncepcionais e acompanhamento pré-natal.

 

Para as pessoas que, por qualquer razão, não estejam com a carga viral indetectável, deve ser reforçado que o preservativo é um método eficaz de prevenção e que estará em breve disponível a profilaxia pré-exposição (PrEP) para uso pelo parceiro HIV negativo.

 

 

1. RODGER, A. J.; CAMBIANO, V.; BRUUN, T. et al. Sexual Activity Without Condoms and Risk of HIV Transmission in Serodifferent Couples When the HIVPositive Partner Is Using Suppressive Antiretroviral Therapy. [online] Jama. v. 316, n. 2, p.171–8 . 2016. Disponível em: < http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27404185 >. Acesso em: 29 nov. 2017.

2. COHEN, M .S., CHEN, Y.Q.; MacCAULLEY, M. et al. Antiretroviral Therapy for the Prevention of HIV-1 Transmission. [online] New Engl and Journal of Medicine. v. 375, p. 830-839 . 2016. Disponível em: . Acesso em: 29 nov. 2017.

3. BAVINTON, B; GRINSZTEJN, B.; PHANUPHAK, N. et al. HIV treatment prevents HIV transmission in male serodiscordant couples in Australia, Thailand and Brazil. [online] 9th International AIDS Society Conference on HIV Science, Paris, abstract n. TUAC0506LB, July 2017. Disponível em: . Acesso em: 29 nov. 2017.

4. McCRAY, E; MERMIN, J. Dear Colleague. Information from CDC´s Division of HIV/Aids Prevention. [online] Centers for Disease Control and Prevention . 27 set. 2017. Disponível em: < https://www.cdc.gov/hiv/library/dcl/dcl/092717.html >. Acesso em: 29 nov. 2017.

5. INTERNATIONAL AIDS SOCIETY. The evidence is clear: A person living with HIV who has an undetectable viral load does not transmit the virus to their partners. [post de Facebook]. IAS. 2017. Disponível em: . Acesso em: 29 nov. 2017.